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Vacinação contra aftosa termina dia 30

A segunda etapa da vacinação contra febre aftosa começou no dia 1º e vai até o dia 30.

A expectativa do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) é de que sejam imunizados cerca de 9,5 milhões de bovinos de 0 até 24 meses, em 336.853 mil propriedades rurais distribuídas por todos os municípios mineiros. Já a gerência local do IMA, espera imunizar cerca de 35 mil cabeças de gado. A regional abrange as cidades de Ipatinga, Coronel Fabriciano, Timóteo, Jaguaraçu, Marliéria, Ipaba e Antônio Dias, que juntas somam 1.508 criadouros.

Conforme o diretor-geral do IMA, Altino Rodrigues Neto, Minas assim como outros estados do Brasil está empenhado em transformar todo o seu território em área livre de febre aftosa sem vacinação o mais rápido possível. Para isto, o estado convoca todos os produtores, autoridades estaduais, municipais, sindicatos rurais, cooperativas e outros segmentos do agronegócio para esta derradeira batalha contra a doença. "As autoridades municipais devem incentivar os produtores a vacinarem seus rebanhos, esclarecendo a importância da prevenção para evitar que a doença retorne ao Brasil”, frisou o diretor-geral. Na hora de vacinar o animal o produtor deve tomar cuidados básicos e importantes, tais como: reunir o gado nos horários mais frescos do dia, transportar a vacina em caixa térmica com três partes de gelo para uma de vacina mantendo a temperatura entre 2º e 8º C e não vacinar animais doentes. A dose da vacina custa menos de R$ 0,50 e a não vacinação acarreta em multa para os criadores

 
Vai começar tudo de novo

Nova eleição volta a gerar expectativas em Ipatinga

A decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MG), de confirmar mais uma cassação do segundo colocado na eleição 2008 em Ipatinga, Sebastião Quintão (PMDB) e seu vice, Altair Vilar (PSB), voltou a gerar expectativa da convocação de nova eleição para prefeito em Ipatinga. A esperança dos políticos aumentou ainda mais depois que o Tribunal Superior Eleitoral mandou retornar, na terça-feira, a eleição extemporânea de Baependi. Lá, a eleição foi suspensa pelo TSE dois dias antes do novo pleito, mas o caso foi novamente examinado e determinado o prosseguimento da eleição.

Mesmo sem a definição de Brasília, a Secretaria Judiciária do TRE deverá tratar da resolução para a nova eleição, assim que for publicado o acórdão, com a decisão da terça-feira-27 e julgados os embargos que a defesa de Quintão deverá apresentar antes de levar o caso para o TSE Brasília, pois o advogado especialista contratado por Sebastião Quintão, João Batista de Oliveira filho, confirmou que já prepara a defesa. E Quintão está otimista, segundo ele, em breve estará de volta.

 
Dependentes do crack já superam alcoólatras

Com R$ 15 se compra a droga em três pontos  diferentes do Centro de Ipatinga

Subproduto, considerado a droga da droga, o crack, é uma mistura da pasta básica de cocaína com bicarbonato de sódio, sólida em forma de cristal, que pode ser fumada. O resultado da queima da droga chega ao sistema nervoso central em 10 segundos, devido a área de absorção pulmonar ser grande. Chega rápido e gera sensação de alívio, bem estar e deixa o raciocínio lento. A dependência química é quase que instantânea. Considerado um mal social nesta primeira década do século XXI, o crack já é tratado como um problema de saúde, enquanto a Segurança Pública não encontra meios para barrar os traficantes que fazem chegar a droga às mãos, principalmente dos adolescentes.

Por R$ 15 e à luz do dia se compra uma pequena porção de crack no Centro de Ipatinga, em pelo menos três pontos: proximidades do Terminal Rodoviário, praça 1º de Maio e rua Nossa Senhora das Graças, antiga cracolândia, cujo prédio símbolo dessa praga foi desocupado, mas onde faltou um trabalho amplo para desarticular o tráfico. A necessidade de consumir mais e mais pelos dependentes estimula pequenos furtos, pois o viciado que pela manhã empregou os R$ 15 na primeira compra, precisará de outros R$ 15 a tarde para “abastecer-se” à noite.

Como resultado desse quadro, que se repete na maioria das médias e grandes cidades, uma pesquisa divulgada na quinta-feira (29) pelo Centro Mineiro de Toxicomania, instituição ligada à Fundação Hospitalar de Minas Gerais, mostra que em outubro, entre todos os internados no Centro, 38% são viciados em crack, 36% em bebida alcoólica, 12% em cocaína e o restante em outras drogas, como a maconha.

Segundo o balanço do Centro, a maioria dos usuários de crack confirmou que só se tornou viciado porque gostava da sensação prazerosa da droga e pela facilidade de encontrar o crack em qualquer lugar.

 
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