TURISMO

 
Fundação São Francisco Xavier completa 50 anos

Instituição celebra meio século de atividades em solenidade no Clube Morro do Pilar.


Fundada para ser a administradora das unidades de educação e saúde que foram, inicialmente, criadas para atender aos empregados da Usiminas e seus familiares, a Fundação São Francisco Xavier (FSFX) nasceu para ser uma agente de transformação social. Com o passar dos anos, a Instituição ampliou sua área de atuação, expandindo seus negócios em âmbito nacional com o objetivo de inovar e crescer.

Desde a sua inauguração, em 22 de dezembro de 1969, a Fundação é responsável por gerir o Hospital Márcio Cunha (HMC) que é referência em alta complexidade para uma população de 1,6 milhão de habitantes de 88 municípios das regiões Leste e Nordeste de Minas Gerais. Além do HMC I e II, atualmente, a FSFX administra mais duas unidades hospitalares, o Hospital Municipal Carlos Chagas (HMCC) em Itabira e o Hospital de Cubatão (HC), na cidade de mesmo nome, em São Paulo.

A Fundação também conta com duas unidades de Oncologia, uma pediátrica e uma adulto, que prestam atendimento de alta complexidade a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) e de planos conveniados. “Cada vez mais, a Instituição tem conseguido proporcionar um atendimento de excelência a uma quantidade maior de municípios. Chegar aos 50 anos sendo referência para tantas pessoas é um orgulho e uma responsabilidade muito grande. Esperamos continuar contribuindo com a melhoria da qualidade de vida dos nossos clientes e comunidade”, afirma Dr. Salomão Maciel Dias Ferreira, diretor-presidente da FSFX.

Além da saúde, desde a sua criação, a Instituição administra um tradicional centro educacional no Vale do Aço, o Colégio São Francisco Xavier (CSFX), a unidade mais antiga da FSFX. Com atuação que contempla desde a Educação Infantil, passando pelos ensinos Fundamental, Médio e Técnico, até os cursos de Pós-graduação. No último mês, mais um passo importante foi dado pela Fundação, com a implantação da Faculdade São Francisco Xavier. A faculdade inicialmente oferecerá o curso de Enfermagem, com turmas nos períodos matutino e noturno. A primeira turma já deve iniciar os estudos no próximo semestre.

Incorporadas à FSFX nas duas últimas décadas, o Centro de Odontologia Integrada (COI) e a Vita – Soluções em Saúde Ocupacional, Serviço de Segurança do Trabalho, Saúde Ocupacional e Meio Ambiente também representam importantes investimento feitos pela FSFX. “A Fundação possui várias unidades de negócios em segmentos distintos, mas que são essenciais para as comunidades ao redor. A Usiminas acompanha de perto o seu crescimento e o objetivo é investir para que a Instituição mantenha-se em constante evolução, alçando voos ainda mais longos, mas sem esquecer em nenhum momento da essência herdada da sua instituidora, que é contribuir sempre para desenvolvimento social e a qualidade de vida das comunidades”, ressalta Sergio Leite de Andrade, presidente da Usiminas.


Futuro

Preparada para os próximos anos, a Fundação São Francisco Xavier espera que, a parceria com a Usiminas seja fortalecida por meio de ações que proporcionem ainda mais avanço e excelência a todos que utilizam os serviços da Instituição. “Não nascemos grandes, crescemos em parceria com a Usiminas. Seguiremos buscando a melhoria contínua, a troca de experiências, o fortalecimento da sinergia e a reciprocidade no aprendizado entre as duas instituições. Que venham novos desafios e, nos próximos 50 anos daremos continuidade a nossa história e a tudo que fazemos em benefício do nosso próximo”, conclui Dr. Salomão Maciel Dias Ferreira.

 

 
Estação de Pedra Mole é restaurada

Patrimônio histórico e cultural de Ipatinga, primeira estação ferroviária da cidade será aberta para visitação da comunidade a partir desta semana

Depois de um amplo processo de restauro realizado pela Usiminas, as Ruínas do Prédio da Estação de Pedra Mole agora poderão ser visitadas pela comunidade durante o período de férias escolares. Tombado pelo Patrimônio Histórico e Cultural de Ipatinga, o bem localizado às margens do Rio Piracicaba, entre os bairros Cariru e Castelo, recebeu importantes reparos e novas intervenções. As obras começaram em março deste ano, com investimento de aproximadamente R$ 750 mil. O projeto de reforma teve anuência e acompanhamento do Ministério Público Estadual e Conselho do Patrimônio Histórico e Artístico de Ipatinga.

A Estação de Pedra Mole foi restaurada e agora passa a ser um ponto turístico e cultural em funcionamento na cidade. Nos meses de dezembro e janeiro, o espaço poderá ser visitado gratuitamente de segunda a sexta-feira, de 11h às 15h, e aos sábados, domingos e feriados no horário de 9h às 16h. Para o presidente da Usiminas, Sergio Leite, a entrega da Estação de Pedra Mole restaurada reforça os laços da empresa com a história de Ipatinga. “A Usiminas mantém um compromisso com a comunidade de suas áreas de atuação desde sua fundação e, neste ano em que completamos 57 anos de operação, é uma honra entregar este bem tão importante para a história e desenvolvimento da região aos moradores de Ipatinga e do Vale do Aço. Esperamos que a população faça bom uso deste espaço cheio de memória e história”, salienta Sergio Leite.

Os visitantes poderão acessar as Ruínas a pé, por meio de uma trilha de 650 metros, que conta com totens com informações históricas do local. Na área da Estação foi construído um mirante para o visitante admirar o encontro dos rios Doce e Piracicaba. No local onde estão as ruínas e onde funcionava a antiga Estação, o projeto de restauro buscou manter aspectos construtivos das estações da época aliados a elementos construtivos modernos. Foi recriada uma fachada e feita a cobertura de todo o complexo, para envolver e proteger o bem, e, ao mesmo tempo, permitir vislumbrar como funcionava uma estação de trem àquela época.

As principais intervenções foram: instalação de portas e janelas; construção de rampa de acesso e plataforma de embarque; instalação de linha férrea de 50 metros; piso na área externa e instalação de mesas com bancos; iluminação na área da estação; construção de mirante com estrutura metálica para observação do encontros dos rios Doce e Piracicaba; instalação de portal com identificação em aço; sanitários; escada de acesso; limpeza da ruína mantendo grafites e pichações.


História

As Ruínas do Prédio da Estação de Pedra Mole foram tombadas como Patrimônio Histórico e Cultural de Ipatinga, em 30 de setembro de 1996, por meio do Decreto nº 3.575. Sua construção influenciou na formação das principais cidades do Vale do Aço. Seus primeiros habitantes eram os índios Botocudos, atingidos pelas expedições dos Bandeirantes aos rios Doce e Piracicaba, deixando o local. Iniciada em 1905, a construção da linha férrea atraiu para Ipatinga e região seus primeiros moradores.

Projetada pelo engenheiro Pedro Nolasco, a Estação foi fundada em agosto de 1922. Seu nome surgiu da denominação dada ao tipo de rocha presente no terreno onde a estação foi erguida, que se quebrava com facilidade, e era popularmente chamada de “pedra mole”. A Estação funcionou por cerca de quatro anos e o local depois se manteve como cemitério até 1942.

Por volta de 1930, a estação foi transferida para a Estação de Ipatinga. O trajeto cortando o povoado local (atual Centro de Ipatinga) impulsionou o desenvolvimento do comércio. Na década de 1950, um novo terminal foi construído, a Estação Intendente Câmara, desativando, assim, a Estação Ipatinga, atualmente denominada Estação Memória. A infraestrutura estabelecida até então tornou Ipatinga uma cidade estratégica para a construção da Usiminas, na década de 1950.

 

 
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