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Cerco aos taxistas em Fabriciano

Nesta semana, a Secretaria Municipal de Obras e Serviços Urbanos de Coronel Fabriciano iniciou uma rigorosa fiscalização para o cumprimento da lei 2.736, sancionada em 1998, pelo prefeito Chico Simões, que regulamenta o serviço de táxi no município, obrigando o uso do taxímetro. A medida foi tomada em função dos usuários acusarem os taxistas de cobrar tarifas superiores àquelas estabelecidas de acordo com horário, dia e percurso. O taxista que recusar ligar o taxímetro será penalizado. Atualmente, no município, a bandeirada é a partir de R$ 4,05, a mesma taxa praticada em Ipatinga. A quilometragem rodada na bandeira 1, que é realizada durante o dia (horário normal), é de R$ 2,16; já a bandeira 2 é acionada das 22h às 6h e também aos sábados, domingos e feriados, no valor de R$ 2,43. Reclamações podem ser feitas pelo número: (31) 8874-8106.

 
Falta de estacionamento na Usiminas traz insegurança

O acesso ao estacionamento dentro da área da Usiminas está limitado. Apenas funcionários selecionados podem guardar seus veículos na área. A medida foi tomada assim que o novo presidente Marco Antônio Castello Branco assumiu o controle da empresa. Por causa disso, a maioria dos funcionários que vão para o trabalho de carro ou moto tem que deixar seus veículos na rua. O problema é que isso causa uma série de transtornos. O local mais crítico é a Portaria do bairro Bom Retiro. O grande volume de veículos deixados próximo a entrada afeta quem trafega pelo local. Algumas motos são deixadas até nas calçadas, expondo motociclistas a multas e tirando o espaço dos pedestres andarem.

Uma funcionária da empresa, que não quis se identificar, relatou que desde a mudança tornou-se comum a ocorrência de furtos de motos e arrombamentos em carros. Ela que vai para o trabalho de motocicleta confessa que fica tensa durante o expediente em relação ao risco que corre. “Deixamos a moto fora e rezamos para nada acontecer. Isso é muito ruim até para o nosso rendimento”, contou a funcionária. De acordo com ela, alguns colegas de trabalho já cogitam a possibilidade de vender o veículo por não ter lugar seguro para guardá-los durante o expediente. “Outros optam por usar os ônibus mesmo ficando refém de horários escassos”, comentou.

Grande parte do problema está ligada a má iluminação das imediações da portaria do Bom Retiro. “Precisamos de mais  policiamento no local também. Já aconteceu de eu sair do trabalho e ver pessoas usando drogas perto da minha moto. Precisamos de um estacionamento decente. É um direito do qual não podemos nos furtar”, reclamou.

Empresa afirma que situação é temporária

Por meio de nota, a assessoria de imprensa da Usiminas informou que “atualmente, por conta das obras que estão sendo realizadas na Usina de Ipatinga – investimentos necessários para a sustentação dos negócios e abertura de novas oportunidades de desenvolvimento – o acesso de carro à unidade está temporariamente restrito, por uma questão de disponibilidade física e, principalmente, de segurança. Entretanto, melhorias estão sendo estudadas pela empresa. A Usiminas tem se dedicado ao desenvolvimento de projetos voltados para o transporte de seus colaboradores, com foco na segurança e bem-estar de cada um deles”.

 
Orçamento de Ipatinga é de R$ 684 milhões para 2010

Opoder Executivo terá um orçamento farto para 2010. Após muito tumulto, a Câmara Municipal de Ipatinga aprovou o Projeto de Lei 126/2009, que determina a despesa do município para 2010 no valor R$ 684.208.000,00. O valor previsto pelo projeto inicialmente era de R$ R$ 562 milhões. Mas a Prefeitura de Ipatinga enviou uma mensagem, na semana passada, pedindo o acréscimo de R$ 120 milhões. O pedido foi negado pelas comissões com base no regimento interno, mas durante a votação o parecer foi derrubado. A justificativa da PMI para a alteração que ela deve recuperar no ano que vem o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), repassado de forma equivocada a outros municípios de Minas na década de 90.

O valor aprovado será repassado às secretarias do governo. A Secretaria Municipal de Saúde vai receber R$ 191.180 milhões e a pasta de Obras terá uma receita de R$ 105,5 milhões. Já a Câmara de Ipatinga ficará com R$ 21,140 milhões.  Enquanto a Educação fica com R$ 113,9 milhões. Apesar disso, o orçamento não prevê a aplicação do piso nacional dos professores da rede municipal. Até o final desta edição, a categoria ainda aguardava um parecer da PMI sobre o assunto. Caso não haja avanços é possível acontecer uma paralisação na rede a partir desta segunda-30.

 
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