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Comunidade do Novo Cruzeiro questiona e Samu explica atendimento

Um acidente com uma idosa no bairro Novo Cruzeiro levantou alguns questionamentos na comunidade sobre os pré-requisitos para o atendimento do Samu. O presidente a Associação de Moradores do Bairro Novo Cruzeiro (Ambanoc), Eziel de Assis Viana, informou que a vítima levou uma pedrada na perna que quebrou o seu fêmur. Mas ela não foi atendida pelo Samu. “Acionamos o Samu várias vezes, mas eles se negaram a ir ao local enquanto a polícia não chegasse. No final das contas, ela foi levada para o hospital de caminhão”, contou Eziel. Ele falou que o fato gerou discussões na comunidade. “Isso levantou muita polêmica no bairro. É preciso debater os procedimentos do Samu”, questionou o presidente.

Ao ser procurado pelo Classivale, o Samu informou por meio de nota da assessoria de imprensa da Prefeitura de Ipatinga que presta um serviço altamente qualificado e bem aceito pela população. A coordenadora do Samu de Ipatinga, Ana Rosa explicou que a prioridade dos atendimentos são para casos mais graves. A coordenadora do SAMU, Ana Rosa orienta que a comunidade ao ligar para o serviço especifique bem o que ocorre no momento do fato, tendo em vista que o médico regulador filtra s ligações por meio dos pedidos. Atualmente o serviço em Ipatinga dispõe de quatro veículos, sendo uma ambulância de atendimento avançado que é tripulada por um motorista-socorrista, um médico, um enfermeiro, um técnico de enfermagem e três ambulâncias de atendimento básico tripuladas por um motorista-socorrista, e dois técnicos de enfermagem. O telefone do Samu é 192.

 

O Samu deve ser acionado quando:

- Na ocorrência de problemas cardio-respiratórios/infarto/AVC

- Em casos de Intoxicação exógena

- Em caso de queimaduras graves

- Na ocorrência de maus tratos

- Em trabalhos de parto onde haja risco de morte da mãe ou do feto

- Em casos de tentativas de suicídio

- Em crises hipertensivas

- Quando houver acidentes/trauma com vítimas

- Em casos de afogamentos

- Em casos de choque elétrico

- Em acidentes com produtos perigosos

- Na transferência inter-hospitalar de doentes com risco de morte

 
Câmara rejeita as contas de Chico Simões

Arixa entre Executivo e Legislativo em Coronel Fabriciano ganhou novos capítulos esta semana. Um deles foi a rejeição das contas do prefeito Chico Simões (PT), seguindo o parecer do Tribunal de Contas do Estado referente a prestação de 2000. Por sete votos a quatro foi aprovado o Parecer da Comissão de Finanças, Orçamento e Avaliação e o Projeto de Resolução nº 370/2009, de autoria da mesa diretora. A votação aconteceu na reunião extraordinária do dia 18. A resolução será encaminhada ao Tribunal de Contas do Estado. De acordo com a Procuradoria a Câmara se o prefeito for condenado ficará inelegível por cinco anos, até 2013, após o término de seu atual mandato. A principal irregularidade apontada pelo Tribunal de Contas foi o descumprimento da aplicação mínima de 25% do orçamento na educação, prevista na Constituição Federal. Em 2000, Chico Simões aplicou apenas 24,11% na área, de acordo com o TCE.

O prefeito por sua vez disse que a diferença foi um erro cometido pelo Procurador Geral do Município na época, Walmir Lage. “Vamos recorrer à Justiça e se preciso vamos pagar pelo erro. Mas o responsável terá que responder por isso. Afinal não sou técnico na área e confiei na pessoa para exercer essa função”, declarou.

 
Obras da Coqueria 3 são paralisadas pela segunda vez

Os trabalhadores da Refratários Isolamento e Pintura (RIP), empresa do grupo alemão ThyssenKrupp Services S.A., que prestam serviços à Usiminas na construção da Coqueria 3, cruzaram os braços na última quarta-feira-19 para reivindicar melhores condições de trabalho.

Os operários alegam que decidiram parar por causa de dificuldades de negociação com a RIP. As principais reivindicações são: equiparação salarial entre as funções exercidas por profissionais com a mesma qualificação, pagamento de horas extras a 100% aos sábados e novo acordo sobre cestas básicas. Os trabalhadores, a maioria pedreiros de construção civil, pedreiros refratários e ajudantes, são de várias partes do Brasil, principalmente da Bahia, Espírito Santo e Mato Grosso.

Ao iniciar um movimento de paralisação os operários foram informados que só poderiam se reunir na porta da empresa. Então eles se concentraram em uma manifestação na Portaria 2 da Usiminas. No entanto, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil e do Mobiliário de Ipatinga, Sebastião Paulo Chaves, disse que não sabia do protesto dos trabalhadores na área da Usiminas. O gerente responsável pelo contrato da RIP ThyssenKrupp Services na Usiminas, Alessandro Alves Andrade, alegou que a empresa cumpre todas as    cláusulas do acordo coletivo, homologado no Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil e do Mobiliário de Ipatinga em março de 2009, com validade até novembro deste ano. No entanto, ele se dispôs a dialogar com a empresa. Mas as partes ainda não chegaram a um acordo mesmo após uma reunião realizada na tarde de quinta-feira-20.

 
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